Desastre climático no Sul reforça papel da agroecologia como alternativa à agroexportação
Resumo:
O artigo discute o impacto devastador das chuvas e enchentes no Rio Grande do Sul, afetando lavouras, casas e indústrias.
Destaca a diferença entre a produção agroecológica sustentável do MST e o modelo de agronegócio baseado na monocultura, que contribui para a degradação ambiental.
Relata as perdas significativas nas colheitas de arroz agroecológico e outros cultivos devido às enchentes, com estimativas de perda de 30% da produção em alguns assentamentos.
Enfatiza a necessidade de preservar a biodiversidade e repensar os modelos de produção para mitigar os efeitos das mudanças climáticas e evitar futuras catástrofes.
Toda vez que você acaba com a biodiversidade dos campos nativos do Pampa e Mata Atlântica – sobretudo as matas ciliares que têm uma capacidade de absorção da água da chuva, evitando a erosão – e coloca uma monocultura de soja, com infinitamente menos capacidade de absorção, esse solo fica extremamente suscetível à erosão laminar e isso deixa os rios aassoreados.
Álvaro Delatorre. Engenheiro Agrônomo.


